Átila, o flagelo de DEUS
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Epíteto (em grego antigo ἐπίϑετον, transl. epítheton – trad. "acrescido, posto ao lado") é um substantivo, adjetivo ou expressão que se associa a um nome para qualificá-lo. Pode ser aplicado a pessoas, divindades, objetos ou, na taxonomia dos seres vivos, para designar a espécie de um vegetal ou animal.
Na épica, os epítetos homéricos podem substituir o nome de um personagem, por antonomásia. Na Ilíada, por exemplo, Aquiles é muitas vezes referido apenas pelos seus epítetos (o filho de Tétis, o de pés ligeiros, o melhor dos aqueus, etc.). O mesmo recurso é usado nas canções de gesta: no Cantar de Mío Cid , o personagem Rodrigo Díaz de Vivar (El Cid) é "o que em boa hora cingiu a espada". Ainda na literatura, D. Quixote é o "cavaleiro de triste figura".
Também personagens históricos podem ser referidos por seus epítetos:
Aristóteles é o estagirita;
Santo Agostinho é "o santo de Hipona";
Átila é "o flagelo de Deus";
Simon Bolívar é "o libertador";
Hegel é "o filósofo de Stuttgart";
Kant é "o filósofo de Königsberg;
Karl Marx é o "filósofo de Trier".
Machado de Assis é "o Bruxo de Cosme Velho".
Machado de Assis - O bruxo do Cosme Velho
Alguns epítetos são normalmente usados para distinguir personagens que tenham o mesmo nome, como é o caso de reis e rainhas: Pedro, o Grande; Pepino, o breve; Ricardo Coração de Leão; D. Manuel, o venturoso. Todavia, nem sempre os epítetos são agradáveis e lisonjeiros. Alguns são verdadeiros estigmas, nem sempre justos, para seus infelizes portadores: D. Maria, a Louca; Henrique, o Impotente; Nicolau, o Sanguinário.
Na taxonomia botânica, o epíteto é parte essencial da denominação de um indivíduo, pois define a sua espécie ou sub-espécie; deve portanto seguir o nome do gênero. Exemplos: Arisaema candidissimum (candidissimum é o epíteto); Passiflora edulis var. flavicarpa (edulis e flavicarpa são epítetos).
Em zoologia ambos os termos da nomenclatura binomial são chamados epítetos: o primeiro, relativo ao gênero, é o epíteto genérico; o segundo, referente à espécie, é o epíteto específico.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Átila, o flagelo de DEUS
Epíteto (em grego antigo ἐπίϑετον, transl. epítheton – trad. "acrescido, posto ao lado") é um substantivo, adjetivo ou expressão que se associa a um nome para qualificá-lo. Pode ser aplicado a pessoas, divindades, objetos ou, na taxonomia dos seres vivos, para designar a espécie de um vegetal ou animal.
Na épica, os epítetos homéricos podem substituir o nome de um personagem, por antonomásia. Na Ilíada, por exemplo, Aquiles é muitas vezes referido apenas pelos seus epítetos (o filho de Tétis, o de pés ligeiros, o melhor dos aqueus, etc.). O mesmo recurso é usado nas canções de gesta: no Cantar de Mío Cid , o personagem Rodrigo Díaz de Vivar (El Cid) é "o que em boa hora cingiu a espada". Ainda na literatura, D. Quixote é o "cavaleiro de triste figura".
Também personagens históricos podem ser referidos por seus epítetos:
Aristóteles é o estagirita;
Santo Agostinho é "o santo de Hipona";
Átila é "o flagelo de Deus";
Simon Bolívar é "o libertador";
Hegel é "o filósofo de Stuttgart";
Kant é "o filósofo de Königsberg;
Karl Marx é o "filósofo de Trier".
Machado de Assis é "o Bruxo de Cosme Velho".
Machado de Assis - O bruxo do Cosme Velho
20:45 (4 horas atrás) excluir
๑۩۞۩LUÍZA۩۞۩๑
Alguns epítetos são normalmente usados para distinguir personagens que tenham o mesmo nome, como é o caso de reis e rainhas: Pedro, o Grande; Pepino, o breve; Ricardo Coração de Leão; D. Manuel, o venturoso. Todavia, nem sempre os epítetos são agradáveis e lisonjeiros. Alguns são verdadeiros estigmas, nem sempre justos, para seus infelizes portadores: D. Maria, a Louca; Henrique, o Impotente; Nicolau, o Sanguinário.
Na taxonomia botânica, o epíteto é parte essencial da denominação de um indivíduo, pois define a sua espécie ou sub-espécie; deve portanto seguir o nome do gênero. Exemplos: Arisaema candidissimum (candidissimum é o epíteto); Passiflora edulis var. flavicarpa (edulis e flavicarpa são epítetos).
Em zoologia ambos os termos da nomenclatura binomial são chamados epítetos: o primeiro, relativo ao gênero, é o epíteto genérico; o segundo, referente à espécie, é o epíteto específico.
Epíteto (em grego antigo ἐπίϑετον, transl. epítheton – trad. "acrescido, posto ao lado") é um substantivo, adjetivo ou expressão que se associa a um nome para qualificá-lo. Pode ser aplicado a pessoas, divindades, objetos ou, na taxonomia dos seres vivos, para designar a espécie de um vegetal ou animal.
Na épica, os epítetos homéricos podem substituir o nome de um personagem, por antonomásia. Na Ilíada, por exemplo, Aquiles é muitas vezes referido apenas pelos seus epítetos (o filho de Tétis, o de pés ligeiros, o melhor dos aqueus, etc.). O mesmo recurso é usado nas canções de gesta: no Cantar de Mío Cid , o personagem Rodrigo Díaz de Vivar (El Cid) é "o que em boa hora cingiu a espada". Ainda na literatura, D. Quixote é o "cavaleiro de triste figura".
Também personagens históricos podem ser referidos por seus epítetos:
Aristóteles é o estagirita;
Santo Agostinho é "o santo de Hipona";
Átila é "o flagelo de Deus";
Simon Bolívar é "o libertador";
Hegel é "o filósofo de Stuttgart";
Kant é "o filósofo de Königsberg;
Karl Marx é o "filósofo de Trier".
Machado de Assis é "o Bruxo de Cosme Velho".
Machado de Assis - O bruxo do Cosme Velho
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๑۩۞۩LUÍZA۩۞۩๑
Alguns epítetos são normalmente usados para distinguir personagens que tenham o mesmo nome, como é o caso de reis e rainhas: Pedro, o Grande; Pepino, o breve; Ricardo Coração de Leão; D. Manuel, o venturoso. Todavia, nem sempre os epítetos são agradáveis e lisonjeiros. Alguns são verdadeiros estigmas, nem sempre justos, para seus infelizes portadores: D. Maria, a Louca; Henrique, o Impotente; Nicolau, o Sanguinário.
Na taxonomia botânica, o epíteto é parte essencial da denominação de um indivíduo, pois define a sua espécie ou sub-espécie; deve portanto seguir o nome do gênero. Exemplos: Arisaema candidissimum (candidissimum é o epíteto); Passiflora edulis var. flavicarpa (edulis e flavicarpa são epítetos).
Em zoologia ambos os termos da nomenclatura binomial são chamados epítetos: o primeiro, relativo ao gênero, é o epíteto genérico; o segundo, referente à espécie, é o epíteto específico.
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A LOUCA
Augusto dos Anjos
Quando ela passa: - a veste desgrenhada,
O cabelo revolto em desalinho,
No seu olhar feroz eu adivinho
O mistério da dor que a traz penada.
Moça, tão moça e já desventurada;
Da desdita ferida pelo espinho,
Vai morta em vida assim pelo caminho,
No sudário da mágoa sepultada.
Eu sei a sua história. - Em seu passado
Houve um drama d’amor misterioso
- O segredo d’um peito torturado -
E hoje, para guardar a mágoa oculta,
Canta, soluça - o coração saudoso,
Chora, gargalha, a desgraçada estulta.
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- Luizabet
- Ela virou-se para Larry e viu alívio em seu rosto. Ia ser libertado e isso era tudo que lhe interessava.Não havia nenhum pesar por perdê-la ou pelo que havia acontecido.Mas Noelle o compreendeu, porque compreendia Larry, pois ele era o seu segundo eu, seu doppelgänger e ambos tinham a mesma ânsia temerária pela vida, os mesmos apetites insaciáveis. Eram espíritos irmãos, unidos para além da morte,acima das leis,que não tinham feito e que nunca cumpriram.À sua maneira Noelle sentiria muita falta de Larry e, quando ele se fosse, uma parte dela iria com ele. Mas a vida era preciosa para ela e como ficara aterrorizada pela idéia de perdê-la.